CRIANÇAS ÍNDIGO E CRIANÇAS CRISTAL.

Crianças Índigo e Cristal compõem na realidade uma nova geração de seres que passam a habitar a Terra. No geral se mostram crianças rebeldes, hiperativas, mas necessariamente não precisam de apoio médico. Precisam de afeto em doses ainda maiores. O principal é que essa nova geração de crianças traz alguma peculiaridade espiritual e especial para este movimento de grande transição do nosso planeta.

São Índigo, por assim dizer, por que possuem uma áurea de impressionante tonalidade azul, aquela tonalidade índigo dos blue jeans. E a outra apresenta uma áurea alvinitente, razão pela qual é conhecida por Cristal. Mas em que pese suas características áuricas, as crianças apresentam forte semelhança e também um comportamento sui generis.

Desde cedo demonstram estar conscientes de que pertencem a uma geração especial. Então se comportam com altivez até certo ponto incomodativa. São portadoras de um alto nível de inteligência, ressaltando, aqui, a condição moral dos seres Índigo que ainda está em vias de plena elevação, ao contrário das crianças Cristal.

Foi na década de 80 que se observou maior número de crianças com essa natureza (índigo e cristal) chegando no ambiente terreno, despertando uma necessária mudança nos padrões metodológicos da pedagogia, além de uma nova psicoterapia de atendimento, tendo em vista que nós, educadores, pais ou pessoas de autoridade na formação desses seres, passamos a contribuir nos seus ajustamentos no planeta para que, então, eles sejam continuadores do desenvolvimento intelecto-moral da humanidade, trazendo-nos e às gerações futuras novos conceitos interdimensionais.

É possível que o comportamento dessas crianças sejam confundido com transtornos da personalidade, transtorno de comportamento, distúrbios da atenção, mas há um conjunto de itens característicos a se perceberem mais ressaltados numa criança índigo, assim como em uma criança cristal.

No geral, essa criança tem absoluta consciência daquilo que ela está fazendo, e é rebelde por temperamento. Ela não fica em fila, e não é capaz de permanecer sentada durante um determinado período, e não teme ameaças... Há de se observar também que não é possível com essas crianças certos tipos de chantagens. É necessário dialogar, falar com naturalidade, conviver e amá-las. De forma já apontada no meio espiritualista, inclusive por Divaldo Franco, não se verifica no âmbito espiritual qualquer especificidade no DNA, mas acredita-se que nas gerações futuras, sucessivamente, haverá uma mudança profunda nos genes a fim de poderem ampliar o neocórtex, oferecendo-lhe amplitude às complexas faculdades já existentes.

Como se trata, na realidade, de espíritos originários de outra dimensão e com certos aprimoramentos sensitivos, eles se sentem na maior parte do tempo como aprisionados na aparelhagem cerebral, não encontrando correspondentes num padrão de maior equilíbrio de comunicação fluente para expressarem-se. Entende-se, assim, que as gerações sucessivas encontrarão este equilíbrio, onde o perispírito irá modelar-se ao cérebro tornando-os ainda mais privilegiados. O que se supõe é que no neocórtex, área superior do cérebro, as emoções dessas crianças irão criar uma parte mais nobre, propiciando-lhes a capacidade de comunicação psíquica e sua vivência intuitiva.

Sucessivamente, e a partir deste novo momento atual, as características físicas se tornarão mais expressivas, de modo que os olhos serão maiores e notados, porém mantendo a mesma harmonia e equilíbrio fisionômico; sua capacidade para observar o mundo com profundidade, dirigindo-se para as pessoas com certa altivez e, além, com certo atrevimento... Observar-se-á também a antiga dificuldade em falar com rapidez, demonstrando ainda baixa adaptação em nosso ambiente para consegui-lo. Mas isso está mudando rápido. Tal fato será de maior e imediata percepção ao observar seus esforços de comunicação, principalmente entre o período de 3 a 4 anos de idade. Esse esforço se dá em função da origem desses espíritos, uma dimensão em que a verbalização é diferente com maior nuance no ambiente psíquico entre eles.

A dificuldade, então, na Terra, será a capacidade para ouvir muito e então criar o vocábulo. Assim, os pedagogos devem ficar mais alertas com essas crianças e desenvolverem métodos de adequação e de aprimoramento interativo com o meio. É claro que nem todos serão bons, dado aspectos que possam surgir com seus ímpetos, podendo ou não serem reforçados na formação continuada. Todos os índigos apresentarão altos níveis intelectuais, porém os Cristais vão se mostrando, ao mesmo tempo, intelectualizados e moralmente mais elevados aos olhos dos observadores.

Ver-se no conjunto que são crianças, já entre nós, com difícil tratamento diário, pois são impulsivas e se manifestam fora do entendimento padrão do ser humano comum dos nossos dias. São afetuosos, mas tecnicamente rebeldes. Entretanto, devem ser conquistadas pela ternura. São crianças inclinadas à destruição, mas não por perversidade, e sim por curiosidade. Para essas crianças, entender as estruturas das coisas, e como são compostas e integralizadas, atraem maior atenção. Assim, são crianças em que deve prevalecer a lógica e o bom tom no processo de educá-las.

Essas crianças estão chegando à Terra a cerca de 20 ou 30 anos atrás, de forma que têm exigido voltarmos àquela educação doméstica, colocando-as no colo, dialogando com elas e provocando-lhes à atenção para questões importantes na formação, quer no orar, quer para boas maneiras, às boas técnicas de uma vida saudável. Tudo com ternura e coração doce. São esses métodos aplicados a todas as crianças, índigos, cristal ou não.

A missão principal dessa nova geração de habitantes é nos forçar ao avanço da evolução humana pelo processo de ascensão. Chegam sucessivamente à Terra em número significante e já conseguem estabilizar a energia de Cristal, de tal modo que oferecem sustentação parcial ao planeta refreando uma derrocada vertiginosa, quer pelo atropelo do homem ignorante quer pelas instituições religiosas ambíguas que insistem em errar. Mas também estão aqui para ensinar técnicas de vida multidimensional e de emancipação, ou seja, para o reconhecimento de plenos poderes. Então, buscar sintonia com esses seres é matéria que se impõe ao aprendizado neste quilate.

Penso, por puro ato de intuição, que são crianças sensíveis e vivem com mais intensidade o ambiente onde se desenvolvem. Vivem também as energias das outras pessoas cada vez que saem porta afora, sujeitando-se a ansiedades e stresses que não são delas. Sentem com relativa facilidade as toxinas dos ambientes e das comidas reagindo por descontrole. E até que alcancem o status de desenvolvimento de maior equilíbrio com os aspectos desta dimensão terrena e consigam oferecer expressão às suas percepções e visões inovadoras, é importante também que criemos um mundo mais limpo e harmonioso, que será mais confortável para todos nós absorvermos este traço de inquietante futuro no povoamento do planeta.

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