COMO SE PRODUZ E COMO SE VALORIZA O CAPITAL HUMANO.

O Capital Humano é constituído por talentos dentro de um contexto organizacional adequado e impulsionador. Eles representam os elementos básicos do capital humano, contudo, ter talento nem sempre significa ter capital humano. Como sementes, os talentos requerem um terreno fértil para sobreviver e prosperar; precisam de condições climáticas razoáveis, precisam de chuvas e certos cuidados.

Uma organização inteligentemente interagida com sua área de Recursos Humanos possui perspicácia para rapidamente entender que talentos somente sobrevivem e prosperam em condições adequadas. Isso significa que além de talentos, o capital humano exige três aspectos básicos e fundamentais:

A) deve existir um trabalho organizado, que reflita uma estrutura organizacional - funcionalmente falando -  interligada aos talentos, de tal modo aglutinando-os de maneira integrada. Nesse aspecto, quase sempre o modelo burocrático bloqueia a inicitiva e o empreendedorismo do talento no cenário organizacional. Isso significa que as organizações devem procurar agir substituindo a divisão do trabalho pela atuação em equipe equacionada por talentos, com vistas a obter o máximo da sua potencialidade;

B) a cultura organizacional reinante deve ser avaliada com cuidado e, adequadamente, deve-se convergir e fortalecer para uma abordagem mais participativa e democrática a fim de criar um clima de integração. Há de se perceber que organizações de melhores resultados, aquelas mais avançadas, como a HP, o Boticário do setor privado, mais também vale destacar o trabalho inovador na gestão de servidores públicos desenvolvido no Reino Unido, Austrália, Japão, que têm substituído a cultura da desconfiança e do controle externo pela abordagem mais participativa dos seus servidores.

C) a gestão dos gerentes precisa adotar o estilo participativo e democrático para que os talentos possam ser alavancados e impulsionados e não mais aprisionados e controlados externamente.

Medidas de gestão organizacional como essas valorizam pessoas e as retêm na organização possibilitando-as alcançar um nível muito alto de competências. Essas competências tendem a reunir quatro componentes básicos que refletem na eficiência da organização:

1) O conhecimento contínuo e ao mesmo tempo preparado para receber novos conhecimentos. Isso implica aprender a aprender e a aprender mais rapidamente e melhor. Significa aprender continuamente como fornecedor de conhecimento e não simplesmente como fornecedor de mão-de-obra;

2) A habilidade para utilizar o conhecimento de maneira concreta e proveitosa. Isso significa aplicar o conhecimento na solução dos problemas, na inovação e na contribuição ao sucesso da organização;

3) Julgamento analítico, discernindo situações para a tomada de decisões a respeito de como aplicar suas habilidades; a respito de como definir necessidades e prioridades a serem satisfeitas; e

4) Atitude empreendedora, significando sair da zona de conforto e assumir responsabilidades e iniciativas engajando-se como parceiro da organização e não simplesmente como elemento passivo e dependente das chefias. 
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